sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Evento: "Comunicação para a paz"

A Campanha De Peito Aberto apóia toda forma de saúde e a paz é a saúde social que todos nós precisamos! Por isso, apoiamos o evento "COMUNICAÇÃO PARA A PAZ". 
O evento vai acontecer neste Domingo, dia 13 de outubro, às 15hs, na sede da BSGI, Rua Tamandaré, 984, no Auditório Monarca.

Sei que está bem em cima da hora, mas, como vocês sabem, acabo de voltar de Minas Gerais e só agora estou mandando os convites.

Segue aqui em anexo e abaixo o convite desta atividade super importante para que possam nos ajudar a divulgar para os seus contatos e convidados.

Vamos reunir pessoas interessadas em uma COMUNICAÇÃO HUMANISTA para que possamos fazer deste um momento histórico.

O tema de nosso evento é: "COMUNICAÇÃO PARA A PAZ - A importância da Comunicação Não-Violenta na construção de um mundo mais humano".

Nosso palestrante convidado será o Professor Edvaldo Pereira Lima, da ECA-USP, um professor de comunicação que tem um trabalho todo voltado para o pensamento humanista. Além disso, nós apresentaremos três casos (um do Rio e dois de São Paulo) de membros nossos do DECOM que conseguiram colocar em prática os ensinamentos humanistas de Daisaku Ikeda em várias áreas da comunicação. Depois vamos abrir uma Roda de Conversa para que o público possa se envolver num diálogo rico, focado na proposta: COMUNICAÇÃO PARA A PAZ. Aparentemente uma proposta "simples" mas que, no entanto, é também tão complexa e desafiadora nesse mundo tumultuado que vivemos. Nesse evento pretendemos discutir como podemos desenvolver uma "comunicação para a paz", quais as dificuldades e desafios que encontramos e como podemos vencê-los. Vamos fazer deste um evento inspirador para encontrarmos juntos os caminhos para fazer a diferença e comprovar que NÓS PODEMOS FAZER UMA COMUNICAÇÃO DIFERENTE, que agregue valor, que leve força, coragem e esperança para as pessoas. Vamos fazer desta ocasião um momento de prova real e de inspiração para todos nós.

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!!!

De novo, agradeço se puderem nos ajudar a divulgar!
um grande abraço,

Vera Golik e equipe de DECOM.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Caminhar na menopausa reduz o risco de câncer de mama

Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer.A equipe da Sociedade Americana do Câncer afirmou que essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada.

Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer.

Atividade recreacional

Este estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, acompanhou 73.614 mulheres com idades entre 50 e 74 anos recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993 para monitorar a incidência do câncer.

Elas responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo.

Elas preencheram os mesmos questionários em intervalos de dois anos entre 1997 e 2009.

Andar como única atividade recreacional foi o hábito mencionado por 47% das pesquisadas.

Aquelas que andavam ao menos sete horas por semana tiveram uma redução de 14% no risco de câncer de mama, comparado com aquelas que andavam apenas três ou menos horas por semana.

Alpa Patel, epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer em Atlanta, na Georgia, que liderou o estudo, afirmou: "Dado que mais de 60% das mulheres relataram andar diariamente, promover a caminhada como uma atividade saudável de lazer pode ser uma estratégia efetiva para aumentar a atividade física entre as mulheres em fase de pós-menopausa."

"Ficamos contentes em descobrir que sem nenhuma outra atividade recreacional, apenas andar uma hora por dia foi associado com menor risco de câncer de mama nessas mulheres".

"Atividades mais longas e extenuantes reduziram ainda mais o risco."

A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: "Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença."

"Nós sabemos que a melhor arma para superar o câncer de mama é a habilidade de interrompê-lo, em primeiro lugar."

"O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama."



Fonte: BBC

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Mastectomia dupla é aceitável somente quando há risco

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a cirurgia redutora de risco do câncer de mama, ainda que bastante controversa, foi amplamente noticiada quando a atriz Angelina Jolie revelou tê-la realizado, de fevereiro a abril deste ano, para a prevenção de câncer nas mamas, uma vez que possuía antecedentes familiares da doença e 87% de risco de desenvolver o câncer de mama. Porém, a cada dia aumenta mais a demanda nos consultórios dos cirurgiões plásticos de pacientes solicitando a retirada das mamas, com o objetivo de prevenir tumores futuros.

Estimativas da entidade apontam que houve aumento de cerca de 50% da procura nos consultórios médicos por pacientes que querem se prevenir. De acordo com o mastologista, José Ricardo Rodrigues, esta é uma medida bem aceitável somente quando existe o risco de desenvolver o câncer de mama. "Existem mulheres que têm alto risco de câncer, mas são aquelas que tiveram na família uma parente muito próxima com o tumor na mama, como mãe, irmãs, filhas e primas, ou mesmo o pai com câncer de mama. Essas mulheres têm um risco maior. E há ainda mulheres que possuem uma mutação em um dos dois genes BRCA1 ou BRCA2. Neste caso, elas também têm grande chance de desenvolver a doença”, explica.

Além disso, o especialista destaca que existem algumas alterações na mama que são precursoras do câncer, como carcinoma in situ ou hiperplasia atípica do duto mamário. "Estas mulheres também têm uma grande chance de vir a desenvolver o câncer de mama e, por conta disso, essa é uma medida aceitável, em que, além da cirurgia, ela poderia, eventualmente, tentar fazer a prevenção através da administração de alguns medicamentos considerados antiestrogênicos, que também conseguem reduzir a probabilidade de a mulher desenvolver o câncer”, esclarece.

No entanto, este tipo de cirurgia não elimina 100% do risco de desenvolver o câncer de mama. O mastologista Leandro Ovidio Facure de Vito alerta que a medida não deve ser vista como moda e nem considerada uma forma de prevenção. Além disso, a decisão pela mastectomia redutora de risco é a última alternativa para combater o câncer de mama e, mesmo assim, inúmeros fatores devem ser levados em consideração. Leandro de Vito ressalta que a decisão não pode ser emocional e deve ser tomada em conjunto com uma equipe médica multiprofissional, composta por psicólogo, cirurgião plástico, oncologista, entre outros médicos. Embora seja pouco comum no Brasil, existem recomendações para a cirurgia. "Mulheres que têm a mutação no gene, com biópsia prévia de algum tipo de carcinoma in situ na mama, forte antecedente familiar, ou seja, caso de câncer em mãe ou irmã na pré-menopausa, são fatores de consenso para os quais está indicada a mastectomia redutora de risco. E desde que seja feita antecipadamente uma abordagem multiprofissional, não basta simplesmente querer”, afirma.

Fonte: Oncoguia

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Câncer de mama atinge cada vez mais mulheres jovens

Todos os anos, cerca de 8 milhões de pessoas morrem no mundo inteiro com câncer. Só no Brasil, em 2012 foram registrados 518,5 mil casos. Um dado alarmante é que o câncer de mama matou, no mesmo período, 52.680 mil pessoas. Os números não param de assustar e crescer a cada ano. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), dos 520 mil novos casos de câncer no país esperados para este ano, quase 50 mil serão de mama.

PREVENÇÃO E CUIDADOS - O assunto é mais grave do que se pensa. Segundo o site da Young Survival Coalition (principal organização mundial dedicada ao combate de câncer em mulheres jovens), mais de 250 mil mulheres diagnosticadas anualmente com câncer de mama nos Estados Unidos têm menos de 40 anos e cerca de 1200 nessa faixa etária morrem. Um dos motivos seria que não existem aparelhos adequados suficientes para identificar o tumor em mamas jovens e densas. Quando se rastreia, o câncer já está em estágio avançado e com risco mínimo de sobrevivência.

De acordo com a oncologista Carolina Rutkowski, da Oncomed de Belo Horizonte, a melhor forma de descobrir a doença com menos de 30 anos é a ultrassonografia. “As mulheres têm ouvido e visto muito sobre a ressonância magnética das mamas. Entretanto, este exame não é recomendado para triagem suplementar devido à densidade da mama, uma vez que tem uma alta taxa de falsos positivos, levando assim a muitas biópsias desnecessárias”, diz.

De acordo com a especialista, o exame tem indicações precisas e somente o médico mastologista pode indicá-lo. "É muito importante que todas as mulheres, busquem conhecer seu corpo e, caso identifiquem nódulos ou qualquer tipo de alteração em suas mamas, procurem imediatamente o médico especialista”, completa.

CASO ANGELINA - A médica explica que a mastectomia profilática, feita pela atriz Angelina Jolie, não é indicada para todas as mulheres. O procedimento consiste na retirada das duas mamas com o objetivo de prevenir uma futura ocorrência de malignidade em pacientes de alto risco (Marie Claire já falou antes sobre o assunto.

“Esse tipo de mastectomia não consegue produzir uma proteção de 100%, por mais radical que seja, porque pequenas quantidades de tecido mamário permanecem sob a pele”, diz a oncologista. Segundo a especialista, em 2006 saiu um parecer publicado pelo Instituto Nacional do Câncer posicionando-se contra esta conduta. "Eu, particularmente, acho que deve ser sempre uma escolha de cada um, considerando que cada mulher tem riscos, angústias e histórias diferentes. Defendo que, ao aplicar a melhor interpretação dos dados científicos disponíveis, caso a caso, seremos capazes de chegar à melhor conduta para cada paciente”.

OUTUBRO ROSA - O movimento foi criado nos anos 90 na Corrida pela Cura, em Nova York, e ganhou destaque em 1997, nas cidades de Yuba e Lodi, na Califórnia. Desde então, várias cidades no mundo fazem campanhas todo mês de outubro para conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Famosas no mundo inteiro vestem a camisa da causa, como a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, a apresentadora Sabrina Sato e as tops Alessandra Ambrósio e Ana Claudia Michels. Marie Claire também apóia a campanha e, toda terça-feira, vai mostrar uma história de coragem de mulheres que se importam com a causa ou descobriram a doença jovens e lutaram contra ela.


Fonte: Marie Claire

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Outubro rosa: mês da conscientização do câncer de mama

O Outubro Rosa é o mês de conscientização e combate do câncer de mama. De acordo com dados mais recentes do Inca (Instituto Nacional de Câncer), em 2010, 12.705 mulheres morreram de câncer de mama.

O movimento que dura o mês inteiro busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.

O nome Outubro Rosa remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas, e instituições públicas.

Iniciado na década de 90, nos Estados Unidos, vários Estados tinham ações isoladas de realizações de mamografia e de detecção do câncer de mama no mês de outubro.

Em 2008, o Outubro Rosa chegou ao Brasil por iniciativa da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama). O movimento prevê ações durante todo o mês em várias cidades do País.

Congresso Nacional ficará rosa
Nesta terça-feira (1º), o Congresso Nacional terá uma iluminação na cor rosa em referência à campanha Acenda sua Consciência. O evento é uma iniciativa da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, em parceria com a Procuradoria da Mulher do Senado Federal e acontece às 18h.

Em Brasília, outros monumentos serão iluminados por iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) e do Governo Federal. Além disso, haverá uma programação especial com exposições, campanhas e bate-papos sobre o câncer de mama.



Fonte: R7