terça-feira, 17 de dezembro de 2013

14 milhões de pessoas no mundo têm câncer

Os dados revelam um aumento acentuado em relação a 2008, quando 12,7 milhões foram registrados.

Segundo a OMS, a maior incidência do câncer vem sendo impulsionada por uma rápida mudança no estilo de vida dos países em desenvolvimento, que cada vez mais se assemelha ao dos países industrializados.Nesse período, o número de mortes também cresceu, de 7,6 milhões para 8,2 milhões.

Também contribuíram para uma elevação do número de casos o aumento nas taxas de tabagismo e de obesidade, bem como o crescimento da expectativa de vida.

O câncer de pulmão, que é causado principalmente pelo fumo, foi o tipo de câncer mais comum no mundo, com 1,8 milhões de casos - cerca de 13% do total.

Câncer de mama


A OMS também chamou atenção para um "forte aumento" nos casos de câncer de mama. Tanto a incidência e mortalidade da doença vêm aumentado desde 2008.

Segundo a entidade, o câncer de mama já é o tipo mais comum de câncer em mulheres em 140 países.

Para David Forman, da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer da OMS, "o câncer de mama é também a principal causa de morte por câncer nos países menos desenvolvidos do mundo .

"Isto deve-se, em parte, a uma mudança no estilo de vida dessa população. Além disso, os avanços clínicos para combater essa doença não atingem as mulheres que vivem nessas regiões."

A OMS destacou ainda a "necessidade urgente" para os avanços na detecção, diagnóstico e tratamento de câncer de mama a serem implementados em países em desenvolvimento.

A entidade prevê que o número de casos de câncer vai subir para mais de 19 milhões por ano até 2025.

Fonte: BBC

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Convite para palestra De Peito Aberto

Os criadores do projeto De Peito Aberto, Vera Golik e Hugo Lenzi,  convidam a todos para participar da próxima palestra, no dia 17 de dezembro, às 14h00 no Hospital Municipal do Campo Limpo, SP. Esperamos todos vocês por lá! Chamem os amigos e compartilhem!


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Novo tratamento contra a leucemia conseguiu eliminar a doença

 Médicos relataram neste sábado, 07,  em uma conferência da Sociedade Americana de Hematologia, em Nova Orleans, um tratamento considerado grande avanço contra a leucemía e outros tipos de câncer no sangue: uma terapia genética que já foi testada com sucesso em mais de 120 pacientes com vários tipos de leucemia, linfoma e outros tipos de câncer.

O tratamento remove leucócitos (células brancas de sangue) do paciente, os altera em laboratório para que contenham um gene que ataca a doença, e depois as reinjetando no paciente.

Em um estudo, todos os cinco adultos e 19 das 22 crianças com um tipo de leucemia tiveram remissão completa da doença, o que significa que o câncer não foi mais encontrado em seus organismos depois do tratamento.


leucemia


Fonte: Oncoguia

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Canadá alerta sobre remédio contra câncer que causa reações na pele

Autoridades médicas do Canadá divulgaram comunicado esta semana informando que o medicamento Xeloda, usado no tratamento de câncer avançado de mama e colo, está ligado a graves reações dermatológicas

Utilizado após a retirada do tumor, Xeloda pode provocar "graves reações na pele", advertiu o ministério canadense da Saúde.

Pacientes que tomaram o medicamento sofreram a Síndrome Stevens-Johson ou necrose epidérmica, uma doença da pele que mata as células e faz com que a epiderme e a derme se separem.

Os sintomas mais comuns são febre, coceira, ulceração na boca, dor e manchas que acabam virando bolhas, além de inchaço nos olhos.

O ministério pede aos pacientes que tomaram Xenoda que entrem "imediatamente" em contato com o médico se apresentarem qualquer destes sintomas.

O laboratório suíço Hoffman-La Roche, que produz o medicamento, informou que trabalha com as autoridades médicas do Canadá para atualizar as informações sobre o Xeloda, mas destacou que tais reações são "muito raras".


Fonte: G1

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Aumento no número de casos de câncer de cólon e reto preocupa especialistas

O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgaram, na última semana, uma previsão que preocupa os especialistas: o aumento no número de casos de câncer de cólon e reto no país. De acordo com a "Estimativa 2014 - Incidência de câncer no Brasil", serão afetadas 17.530 mulheres e 15.040 homens.

Entre as brasileiras, a marca superará a dos casos de colo de útero pela primeira vez, ficando atrás apenas dos cânceres de mama e de pele não melanoma. Já os homens sofrerão maior incidência dos cânceres de pele, próstata e pulmão. Considerando que o de pele raramente é letal, o quadro muda. No total, com todos os tipos da doença, são previstos 576.580 novos casos.

No anúncio da estimativa, em Brasília, o Ministério da Saúde informou que ouvirá especialistas antes de adotar medidas de rastreamento e diagnóstico do câncer colorretal, como o aumento dos exames de fezes para verificar a presença de sangue. O exame mais apurado, a colonoscopia, reconhece a lesão e, quando esse pólipo benigno é retirado do intestino, pode eliminar o risco da doença. Para os médicos, em função da incidência da doença, um rastreamento populacional com a pesquisa de sangue oculto (exame imunológico) é mais do que urgente.

Colonoscopia e vida saudável são fundamentais para a prevenção

Sempre que possível recomenda-se a realização da conoloscopia, principalmente após os 50 anos, para pacientes sem risco genético da doença. O oncologista Roberto Gil observa que, nas pessoas com histórico de câncer na família, o exame pode ser antecipado.

"Não adianta só o exame de sangue oculto nas fezes na detecção do problema, é necessário complementá-lo com a colonoscopia, para os indivíduos que precisarem. Mas hoje, tanto no atendimento público como na saúde suplementar, a colonoscopia é difícil de ser realizada", afirmou o especialista.

"Existe uma lacuna entre a necessidade do exame e a sua efetiva realização. É preciso investir no fluxo completo dos exames, não basta fazer o primeiro levatamento para determinar quem precisa passar à outra fase sem dar sequência ao atendimento", avisa Roberto Gil, que atua no Inca e na Oncoclínica, no Rio de Janeiro.

Especialista em câncer na região gastrointestinal, o médico explica que a projeção no aumento de casos de cólon e reto pode estar relacionada a vários fatores externos, como hábitos alimentares não saudáveis. "Os cuidados com a alimentação e a qualidade de vida são fundamentais. Uma dieta saudável e a prática de exercícios podem diminuir os riscos a que todos nós estamos expostos", diz Roberto Gil.